seus terminais são capazes de armazenar certa corrente, que será "descarregada"
assim que não houver resistência entre seus terminais.
Quanto à sua aparência externa, podem variar de acordo com a voltagem máxima,
capacitância e disposição de seus terminais. Podem ser do tipo axial, com um
terminal em cada extremidade, ou, do tipo radial, com os dois terminais na mesma
extremidade.
Classificam-se em vários tipos, de acordo com o uso pretendido. Existem os
eletrolíticos que são os mais comuns. Cerâmicos também são encontrados com
relativa facilidade, embora existam outros tipos usados em casos específicos, como
os de tântalo e os de alumínio.
A sua capacitância é medida em farads. Dependendo do caso, pode ser medida em
microfarads, nanofarads ou picofarads, para capacitâncias menores.
São úteis para manter estável, por exemplo uma corrente alternada, como um sinal
de áudio ou então servem de filtro de baixa (por isso a sua utilização em fontes de
alimentação).
Basicamente os condensadores são formados por duas placas condutoras separadas
por um material dielétrico não condutor. Sua capacitância é diretamente
proporcional ao tamanho de suas placas e inversamente proporcional a distância
entre elas.
A energia armazenada em um capacitor é expressa em Joules, sendo calculada
dividindo-se sua capacitância por dois e depois multiplicando-a pelo quadrado da
voltagem entre as placas.
W = C/2 . V²
Na associação paralela de capacitores, a capacidade total será a soma de todas as
capacidades.
Na associação em série, o inverso da capacidade total será igual ao inverso da
soma das capacidades aplicadas.
A voltagem limite de um capacitor deve ser respeitada, a fim de que não haja uma
perfuração no dielétrico, causando o estrago do componente. Outro fator a ser
observado é a polaridade dos terminais, que não devem ser invertidos no caso dos
eletrolíticos.