Memória RAM




A memória RAM é um componente essencial não apenas nos PCs, mas em qualquer tipo de computador. Por mais que exista espaço de armazenamento disponível, na forma de um HD ou memória flash, é sempre necessária uma certa quantidade de memória RAM e, naturalmente, quanto mais melhor.


Pois a memória RAM é um sistema de armazenamento de dados. RAM significa Random Access Memory, Memória de Acesso Aleatório, em inglês, e esta nomenclatura se deve ao fato de que o sistema acessa dados armazenados de maneira não-sequencial, ao contrário de outros tipos de memória. A memória RAM é volátil, ou seja, não grava de modo permanente os dados nela contidos. Quando a alimentação do sistema é cortada, tudo que foi guardado é perdido.
Ao carregar um programa, ele é lido no HD (ou outra mídia de armazenamento) e é transferido para a memória RAM, para só então ser executado pelo processador. A memória RAM oferece tempos de acesso brutalmente mais baixos que o HD e trabalha com taxas de transferência muito mais altas, mas possui a desvantagem de perder os dados armazenados quando o micro é desligado, daí a necessidade de salvar os arquivos periodicamente.
Ao carregar um programa, ele é lido no HD (ou outra mídia de armazenamento) e é transferido para a memória RAM, para só então ser executado pelo processador. A memória RAM oferece tempos de acesso brutalmente mais baixos que o HD e trabalha com taxas de transferência muito mais altas, mas possui a desvantagem de perder os dados armazenados quando o micro é desligado, daí a necessidade de salvar os arquivos periodicamente.
É também por causa disso que o processo de boot é refeito cada vez que você liga o micro. Durante o boot, o sistema operacional, drivers, bibliotecas e aplicativos são novamente copiados para a memória, junto com suas configurações e preferências.
A única forma de evitar repetir o demorado processo de boot é manter a memória RAM ativa, ou salvar seu conteúdo no HD, recuperando-o no próximo boot. Essas são as estratégias usadas pelas opções de suspender e hibernar, disponíveis tanto no Windows quanto em várias distribuições Linux.
Ao suspender, a maioria dos componentes do sistema são desligados, incluindo o HD, a placa de vídeo e a maior parte dos componentes da placa-mãe. Mesmo o processador entra em um estágio de baixo consumo, onde a maior parte dos componentes internos são desativados e o clock é reduzido. Praticamente, os únicos componentes que continuam realmente ativos são os módulos de memória. Graças a isso o PC acaba consumindo (geralmente) menos de 20 watts de energia e pode voltar ao estágio original muito rapidamente.
Ao hibernar, o conteúdo da memória RAM é copiado para uma área reservada do HD e o micro é desligado. Ao ligar novamente, o conteúdo da memória é restaurado e temos o sistema de volta, sem precisar passar pelo processo normal de boot. O problema da hibernação é que a restauração demora muito mais tempo, já que é necessário ler 512 MB, 1 GB ou mesmo 4 GB de dados (equivalentes à quantidade de memória RAM instalada) a partir do HD, o que muitas vezes demora mais do que um boot completo. :)
Num chip de memória DRAM, cada bit é formado pelo conjunto de um transístor e um capacitor. O transístor controla a passagem da corrente elétrica, enquanto o capacitor a armazena por um curto período. Quando o capacitor contém um impulso elétrico, temos um bit 1 e quando ele está descarregado, temos um bit 0.
Quando falo em "capacitor", tenha em mente que não estamos falando em nada similar aos capacitores eletrolíticos da placa-mãe. Os "capacitores" usados nos chips de memória são extremamente pequenos e simples, basicamente dois pequenos blocos de metal ligados ao transístor, que conservam o impulso elétrico por apenas uma fração de segundo.
Para evitar a perda dos dados, a placa-mãe inclui um circuito de refresh, que é responsável por regravar o conteúdo da memória várias vezes por segundo (a cada 64 milessegundos ou menos), algo similar ao que temos num monitor CRT, onde o canhão de elétrons do monitor precisa atualizar a imagem várias vezes por segundo para evitar que as células de fósforo percam seu brilho.
O processo de refresh atrapalha duplamente, pois consome energia (que acaba sendo transformada em calor, contribuindo para o aquecimento do micro) e torna o acesso à memória mais lento. Apesar disso, não existe muito o que fazer, pois a única solução seria passar a usar memória SRAM, que é absurdamente mais cara.
A principal diferença é que na memória SRAM cada célula é formada por 4 ou 6 transístores, em vez de apenas um. Dois deles controlam a leitura e gravação de dados, enquanto os demais formam a célula que armazena o impulso elétrico (a célula continua armazenando um único bit). As memórias SRAM são muito mais rápidas e não precisam de refresh, o que faz com que também consumam pouca energia. Além de ser usada como memória cache, a memória SRAM é muito usada em palmtops e celulares, onde o consumo elétrico é uma questão crítica.
Seria perfeitamente possível construir um PC que usasse memória SRAM como memória principal, mas o custo seria proibitivo. Foi por causa do custo que as memórias DRAM passaram a ser utilizadas em primeiro lugar.
Mesmo utilizando um único transístor por bit, os módulos de memória RAM são formados por um número assustador deles, muito mais que os processadores e outros componentes. Um módulo de memória de 1 GB, por exemplo, é formado geralmente por 8 chips de 1 gigabit cada um (8 gigabits = 1 gigabyte). Cada chip possui então mais de 1 bilhão de transístores e capacitores e o módulo inteiro acumula mais de 8 bilhões de conjuntos.
Apesar dessa brutal quantidade de transistores, os chips de memória são relativamente simples de se produzir, já que basta repetir a mesma estrutura indefinidamente. É muito diferente de um processador, que além de ser muito mais complexo, precisa ser capaz de operar a freqüências muito mais altas.
Veja os tipos e definições de memórias aquí!

Sua empresa já tem um site na internet?


                      
Ter um site, há muito tempo deixou de ser um luxo e tornou-se uma necessidade,
um pré-requisito para quem quer sobreviver e ter sucesso no mercado globalizado
. Graças aos avanços da tecnologia, é possível que hoje um potencial cliente, mesmo estando ao lado da sua loja, acesse e compre o mesmo produto que você vende, só que pela internet, em um concorrente seu. Mas mantenha a calma. 
Não adianta agora você sair correndo atrás de alguém para fazer o seu site. Esse trabalho deve ser profissional e estruturado. Não basta ter um site bonito, ele tem que se comunicar de maneira eficaz com o seu público alvo e ser vendedor. Um site é o primeiro passo para uma empresa que está começando na internet, por isso deve ser criado com cuidado e pensando em ações de marketing futuras.


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Tipos de placas-mãe

AT
Placa-mãe com slot ISA (destaque)
AT é a sigla para Advanced Tecnology.Trata-se de um tipo de placa-mãe já antiga. Seu uso foi constante de 1983 até 1996. Um dos fatores que
contribuíram para que o padrão AT deixasse de ser usado (e o ATX fosse criado), é o espaço interno reduzido, que com a instalação dos vários cabos do computador (flat cable, alimentação), dificultavam a circulação de ar, acarretando, em alguns casos danos permanentes à máquina devido ao super aquecimento. Isso exigia grande habilidade do técnico montador para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira. Além disso, o conector de alimentação da fonte AT, que é ligado à placa-mãe, é composto por dois plugs semelhantes (cada um com seis pinos), que devem ser encaixados lado a lado, sendo que os fios de cor preta de cada um devem ficar localizados no meio. Caso esses conectores sejam invertidos e a fonte de alimentação seja ligada, a placa-mãe será fatalmente queimada. Com o padrão AT, é necessário desligar o computador pelo sistema operacional, aguardar um aviso de que o computador já pode ser desligado e clicar no botão "Power" presente na parte frontal do gabinete. Somente assim o equipamento é desligado. Isso se deve a uma limitação das fontes AT, que não foram projetadas para fazer uso do recurso de desligamento automático. Os modelos AT geralmente são encontrados com slots ISA, EISA, VESA nos primeiro modelos e, ISA e PCI nos mais novos AT (chamando de baby AT quando a placa-mãe apresenta um tamanho mais reduzido que os dos primeiros modelos AT). Somente um conector "soldado" na própria placa-mãe, que no caso, é o do teclado que segue o padrão DIN e o mouse utiliza a conexão serial. Posição dos slots de memória RAM e soquete de CPU sempre em uma mesma região na placa-mãe, mesmo quando placas de fabricantes diferentes. Nas placas AT são comuns os slots de memória SIMM ou SDRAM, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe.Embora cada um destes tenha de ser utilizado individualmente.

Os principais chipsets e seus fabricantes

ATI (adquirida pela AMD em 2006)produziu chipsets para a Intel e processadores AMD assim como processadores gráficos.
Chipsets para processadores AMD:
AMD 790FX, 790X, 790GX, 780V, 780, 770
AMD 690, AMD M690 (móveis)
AMD 580X CrossFire
AMD 570X CrossFire
AMD 480X CrossFire
ATI Radeon Xpress 1100 (com gráficos integrados para AMD Notebooks)
ATI Radeon Xpress 1150 (com gráficos integrados)
ATI Radeon Xpress 200, 200M (móveis) (com gráficos integrados)
ATI SB600 (Northbridge)
Chipsets para processadores Intel:
ATI CrossFire Xpress 3200 (para Intel Core 2 Duo)
ATI Radeon Xpress 1250 (com gráficos integrados para Notebooks)
ATI Radeon Xpress 1100 (com gráficos integrados para Notebooks)
ATI Radeon Xpress 200, 200M (gráficos integrados para Notebooks)
ATI SB600 Series (ponte sul)
Processadores gráficos:
ATI Radeon HD 3800, HD 3600, HD 3400, HD 2900, HD 2700, HD 2600 XT, HD 2600, HD 2400, HD 2300
ATI Radeon X2300, X1950, X1900, X1800, X1650, X1600, X1550, X1300, X1050
ATI Mobility Radeon HD 3600, HD 3400, HD 2700, HD 2600 XT, HD 2600, HD 2400 XT
ATI Mobility Radeon X2500, X1900, X1800, X1700, X1600, X1450, X1400, X1350, X1300
ATI Mobility Radeon 9800, 9700, 9600, 9550, 9200, 9000, 7500
ATI Mobility Radeon
ATI Mobility FireGL V7800, V5200, V5000, V3100
ATI Mobility FireGL T2
ATI Mobility FireGL 9000
Intel produz chipsets para sua propria linha de processadores:
i845E/GV: Bus 533 MHz, AGP4x, 2GB DDR PC2700 max
i850e, i855G (855GME para o Pentium M)
i865G/P: (4 GiB dual-channel DDR, 533 MHz FSB, AGP8x, serial ATA)
i875p = i865 otimizado
E7205 (para servidores Pentium 4), E7500/E7501/E7505 (para servidores Xeon)), E7520/E7525/E7530 (para servidores dual Xeon)
910GML/GMZ, 915GM/PM, 945PM/GM
945PM/GM + Intel PRO/Wireless 3945ABG + Intel Core Solo = Centrino (terceira geração)
945PM/GM + Intel PRO/Wireless 3945ABG + Intel Core Duo = Centrino Duo
910GL, 915P/PL/G/GL/GV, 925X/XE, 945P/PL/G/GZ, 955X (para Pentium D/XE)
963Q, 965P/G/Q, 975X (para Intel Core 2 Duo)
P35 Express (para Intel Core 2 Duo/Quad/Extreme)
Intel G31 Express (suporte DDR2, oficialmente suporta até 1066 MHz System Bus)
Intel G33 Express (suporte DDR2 e DDR3)
Intel G35 Express (suporta somente DDR2)
NVIDIA produz chipsets para processadores AMD e Intel, assim como processadores gráficos:
Chipsets:
nForce 1
nForce2: Ultra 400Gb, Ultra 400R, Ultra 400.
nForce3: Go, Professional.
nForce4: SLI Intel, Series AMD, SLI/XE Ultra Intel, Intel x16.
nForce 500: 520, SLI/570/550 AMD, 590SLI AMD, 570 SLI Intel , 590 SLI Intel.
nForce 600: 650i, SLI/650i Ultra, 680a SLI, 680 SLI/680i LT SLI.
nForce 700: 780i SLI, 790i SLI.
Silicon Integrated Systems produz chipsets para processadores Intel e AMD (e antigamente para processadores Cyrix):
SiS 645, 648
SiS 650, 651, 655, 661, 671, M672
SiS 735, 740, 760
VIA Technologies produz chipsets para processadores Intel e AMD:
VIA KT133, KT133A
VIA KT266A: FSB 200/266 MHz, AGP4x
VIA KT333
VIA Apollo KT400A
VIA P4X400
VIA K8T400M

A Evolução dos Chipsets


Nos primeiros PCs, os chips eram espalhados pela placa-mãe, que, além de torná-la mais cara, dificultava a comunicação entre os chips. Imagine vários chips simples separados, como
o controlador do teclado, codec de áudio e controladores de discos rígidos. Com o passar do tempo, eles começaram a se unir e virarem chips mais complexos. Porém, ao contrário do que parece, essa união fez com que os preços diminuíssem bastante, já que não é mais necessário a criação de vários chips separados, mas sim um mais inteligente que faça o papel dos outros. Além de deixar os micros com preços mais baixos, também ajudou na velocidade da comunicação dos chips, já que como eles ficaram mais próximos, era mais fácil fazer a troca de informações. Hoje em dia há uma forma padrão para os chipsets seguirem.


Atualmente, a maioria dos Chipsets é formada por dois chips principais, conhecidos como North Bridge e South Bridge. O North Bridge (Ponte Norte) ligado diretamente ao processador e cujas funções são o acesso às memórias e aos barramentos AGP e PCI e a comunicação com o South Bridge.


O South Bridge (Ponte Sul) que controla as interfaces IDE, USB. No South Bridge também está a conexão com a BIOS e o chip responsável pelas interfaces de mouse e teclado, interfaces seriais, paralelas, e interface para drive de disquete.


O Chipset é um dos principais componentes de um PC, ficando atrás do processador e das memórias. Portanto, um bom cuidado ao adquirir um computador é a escolha de placas-mãe com um Chipset adequado à sua necessidade para evitar futuros transtornos com relação ao desempenho.

Chipset



Afinal de contas, o que é um chipset? Quais são suas funções? Qual é a sua importância? Qual é a sua influência no desempenho do
micro? Neste tutorial responderemos a estas e outras questões
Chipset é o nome dado ao conjunto de chips (set significa “conjunto”, daí o seu nome) usado na placa-mãe.
Em uma analogia, seria mais ou menos como o cérebro, recolhendo informações e enviando à parte do corpo adequada para a execução da tarefa de forma que a função solicitada seja efetuada de forma satisfatória.


O Chipset está também relacionado com o clock externo do processador e das memórias. Por exemplo, se o clock externo de seu processador possui um valor de barramento maior que o suportado pelo do Chipset, não seria possível aproveitar todo o potencial dele. As bem conhecidas placas de som e vídeo onboard, são circuitos de som e vídeo integrados no Chipset.

O chipset é um dos principais componentes lógicos de uma placa-mãe, dividindo-se entre "ponte norte" (northbridge, controlador de memória, alta velocidade) e "ponte sul" (southbridge, controlador de periféricos, baixa velocidade). A ponte norte faz a comunicação do processador com as memórias, e em alguns casos com os barramentos de alta velocidade AGP e PCI Express. Já a ponte sul, abriga os controladores de HDs (ATA/IDE e SATA), portas USB, paralela, PS/2, serial, os barramentos PCI e ISA, que já não é usado mais em placas-mãe modernas.


Muitas vezes, como em algumas implementações de controladores para processadores AMD K8 (Athlon 64 e Athlon X2, nos quais o controlador de memória está embutido no processador), as duas pontes (bridges) são substituídas por um único chip, o que reduz custos para os fabricantes.
O chipset é quem define, entre outras coisas, a quantidade máxima de memória RAM que uma placa-mãe pode ter, o tipo de memória que pode ser usada (SDRAM, DDR-SDRAM, Rambus, etc.), a freqüência máxima das memórias e do processador e o padrão de discos rígidos aceitos (UDMA/33, UDMA/66, etc.).
Normalmente os leigos não sabem, mas todas as placas-mãe têm marca. As marcas de placas-mãe mais conhecidas são Asus, ASRock, Abit, Soyo, Epox, Zida/Tomato, Pcchips, QDI, ECS, FIC, Tyan, Biostar, Soltek, Phitronics, Gigabyte Technology, Intel, foxconn, entre outras. É muito comum confundir a marca da placa-mãe com a marca do chipset. Por exemplo, pelo fato de uma placa-mãe usar chipset SiS, isto não significa que a placa foi produzida por essa empresa, pois a SiS fabrica apenas os circuitos usados por motherboards, mas não fabrica placas, algumas pessoas também confundem a marca do processador com a da placa mãe. Por exemplo, uma placa mãe que use um processador Intel pode não ter sido fabricada pela Intel apesar da empresa também fabricar placas-mãe, muitas outras empresas também fazem placas que utilizam os processadores Intel como uma das placas mais conhecidas e utilizadas que é a ASUS a marca da placa mãe é ASUS porém existem processadores de outras marcas que servem nessa placa como o proprio Intel ou AMD.
Muitas vezes, ocorre de nos depararmos com placas aparentemente "sem marca" sendo vendidas no mercado. Na realidade estas placas têm marca, mas possivelmente o vendedor a desconhece e algumas vezes são falsificações. Para descobrir a marca de uma placa-mãe, você pode usar programas como o CTBios e o Hwinfo. Podemos classificar placas-mãe de acordo com o soquete (soquete 370, soquete A, soquete 478, etc.), o seu chipset, ou seja, com o conjunto de circuitos da placa-mãe, além do tamanho do cache de memória externo, se a motherboard for do tipo socket 7 ou super 7.

Capacitores



Os capacitores são componentes que, embora não conduzam corrente elétrica entre
seus terminais são capazes de armazenar certa corrente, que será "descarregada"
assim que não houver resistência entre seus terminais.


Quanto à sua aparência externa, podem variar de acordo com a voltagem máxima,
capacitância e disposição de seus terminais. Podem ser do tipo axial, com um
terminal em cada extremidade, ou, do tipo radial, com os dois terminais na mesma
extremidade.
Classificam-se em vários tipos, de acordo com o uso pretendido. Existem os
eletrolíticos que são os mais comuns. Cerâmicos também são encontrados com
relativa facilidade, embora existam outros tipos usados em casos específicos, como
os de tântalo e os de alumínio.
A sua capacitância é medida em farads. Dependendo do caso, pode ser medida em
microfarads, nanofarads ou picofarads, para capacitâncias menores.


São úteis para manter estável, por exemplo uma corrente alternada, como um sinal
de áudio ou então servem de filtro de baixa (por isso a sua utilização em fontes de
alimentação).
Basicamente os condensadores são formados por duas placas condutoras separadas
por um material dielétrico não condutor. Sua capacitância é diretamente
proporcional ao tamanho de suas placas e inversamente proporcional a distância
entre elas.
A energia armazenada em um capacitor é expressa em Joules, sendo calculada
dividindo-se sua capacitância por dois e depois multiplicando-a pelo quadrado da
voltagem entre as placas.
W = C/2 . V²


Na associação paralela de capacitores, a capacidade total será a soma de todas as
capacidades.
Na associação em série, o inverso da capacidade total será igual ao inverso da
soma das capacidades aplicadas.
A voltagem limite de um capacitor deve ser respeitada, a fim de que não haja uma
perfuração no dielétrico, causando o estrago do componente. Outro fator a ser
observado é a polaridade dos terminais, que não devem ser invertidos no caso dos
eletrolíticos.

Reguladores de tensão.



Um regulador de tensão é um dispositivo, geralmente formado por semicondutores, tais como diodos zener e circuitos integrados reguladores de tensão, que tem por finalidade a manutenção da tensão de saída de um circuito elétrico. 

Sua função principal é manter a tensão produzida pelo gerador/alternador dentro dos limites exigidos pela bateria e pelo sistema elétrico que esta alimentando e para tanto é necessário que a tensão de entrada seja superior à tensão de saída. 


Um regulador de tensão é incapaz de agir compensando quedas de tensão ou corrente em sua entrada, para entrega com tensão adequada. Para tanto, dele se esperaria além da regulação, as funções de um gerador (bateria, transformador, fonte de alimentação, dínamo, alternador e afins), pois a compensação de queda de energia só se obtém com geração de energia.
fig9


 Em reguladores de tensão comercializados como circuitos integrados monolíticos, a tensão de entrada deve ser no mínimo 0,6V superior à tensão de saida. Este valor varia conforme a arquitetura de cada regulador. Por exemplo: Se ele estiver sendo utilizado em um motor de automóvel, deverá manter a saída para o veiculo entre 13,5 e 14,5 volts, sendo um valor normal 14,0 volts. No caso de falha do regulador, a tensão poderia subir demasiadamente e vir a queimar as lâmpadas do sistema ou danificar outros equipamentos como autorádios e até mesmo a central eletrônica de injeção de combustível. Ou a tensão poderia ficar muito baixa, o que ocasionaria a descarga da bateria, sua deterioração e parada do automóvel. Este enfoque serve também para reguladores que não sejam o automotivo, mas também o da fonte de um computador, de uma TV ou qualquer outro dispositivo eletrônico.

Resistores


Resistor utilizado em eletrônicaOs resistores são elementos que apresentam resistência à passagem de eletricidade. Podem ter uma resistência fixa ou variável. A resistência elétrica é medida em ohms.

Na prática, os resistores limitam a intensidade de corrente elétrica através de determinados componentes.
Resistor utilizado em eletrônica
Os resistores são encontrados em diversos aparelhos eletrônicos como, por exemplo, televisores, rádios e amplificadores.
Um resistor pode ser definido como sendo um dispositivo eletrônico que tem duas funções básicas: ora transforma energia elétrica em energia térmica (efeito joule), ora limita a quantidade de corrente elétrica em um circuito, ou seja, oferece resistência à passagem de elétrons.
Os resistores são fabricados basicamente de carbono, podendo apresentar resistência fixa ou variável. Quando os resistores apresentam resistência variável passam a ser chamados de potenciômetros ou reostatos.
Encontramos resistores mais comumente nos chuveiros elétricos, nos filamentos das lâmpadas incandescentes, em aparelhos eletrônicos, etc.

Basicamente os resistores são representados da seguinte maneira:
Representação de resistores


Podemos então definir a resistência elétrica da seguinte maneira:


Onde:
R – é a resistência elétrica medida em ohm (Ω)
U – é a tensão medida em volt (V)
i – é a corrente elétrica medida em ampère (A)

Tipos de Memórias RAM.



Existem basicamente dois tipos de memória em uso: SDR e DDR. As SDR são o tipo tradicional, onde o controlador de memória realiza apenas uma leitura por ciclo, enquanto as DDR são mais rápidas, pois fazem duas leituras por ciclo. O desempenho não chega a dobrar, pois o acesso inicial continua demorando o mesmo tempo, mas melhora bastante.



Vale a pena ressaltar que nem todos os tipos de memória RAM providenciam o mesmo nível de performance. Existem diversos modelos com freqüências diferentes e capacidades de transferência de dados cada vez maiores. Confira abaixo uma comparação entre três modelos de RAM com freqüência de clock de 200MHz, e note como a performance duplica a cada versão do hardware:

Os pentes de memória SDR são usados em micros antigos: Pentium II e Pentium III e os primeiros Athlons e Durons soquete A. Por não serem mais fabricados, eles são atualmente muito mais raros e caros que os DDR, algo semelhante ao que aconteceu com os antigos pentes de 72 vias, usados na época do Pentium 1.


É fácil diferenciar os pentes SDR e DDR, pois os SDR possuem dois chanfros e os DDR apenas umDiferenças entre memórias DDR: velocidade!. Essa diferença faz com que também não seja possível trocar as bolas, encaixando por engano um pente DDR numa placa-mãe que use SDR e vice-versa. Mais recentemente, temos assistido a uma nova migração, com a introdução dos pentes de memória DDR2. Neles, o barramento de acesso à memória trabalha ao dobro da freqüência dos chips de memória propriamente ditos. Isso permite que sejam realizadas duas operações de leitura por ciclo, acessando dois endereços diferentes. 
Como a capacidade de realizar duas transferências por ciclo introduzida nas memórias DDR foi preservada, as memórias DDR2 são capazes de realizar um total de 4 operações de leitura por ciclo, uma marca impressionante. Existem ainda alguns ganhos secundários, como o menor consumo elétrico, útil em notebooks.


Os pentes de memória DDR2 são incompatíveis com as placas-mãe antigas. Eles possuem um número maior de contatos (um total de 240, contra 184 dos pentes DDR), e o chanfro central é posicionado de forma diferente, de forma que não seja possível instalá-los nas placas antigas por engano. Muitos pentes são vendidos com um dissipador metálico, que ajuda na dissipação do calor e permite que os módulos operem a freqüências mais altas.

Dicas para não cair no conto do PC estragado


Pesquise as assistências técnicas.Usuários que não entendem de hardware costumam ter calafrios quando ouvem a palavra “manutenção” do PC.
A maioria dos mais leigos já foi enganada pelo menos uma vez por técnicos cheios de má fé e assistências técnicas aproveitadoras. Isso causou uma repulsa automática nas pessoas em relação aos profissionais do ramo. Porém, não se pode julgar todos por causa de uma minoria, pois
existem pessoas e empresas realmente sérias, que prestam serviços de qualidade.
O Baixaki reuniu algumas dicas para você que quer ou precisa levar sua máquina para o conserto, mas não tem coragem, justamente pelos motivos mencionados acima. Seguindo nossas dicas, você ficará mais tranqüilo na hora de levar o PC para a assistência e dificultará a ação dos charlatões.


Conhece-te a ti mesmo
Sabemos que para alguns é muito chato, e às vezes até irritante, ficar olhando em notas fiscais ou utilizando programas para ver quais componentes estão instalados no PC. Afinal, muita gente não tem a menor idéia do que cada um faz, outros simplesmente não querem saber. Isso é um risco, pois não saber o que está dentro do seu gabinete dá margem para enganadores tirarem vantagem de você.
O ideal seria que as notas fiscais ficassem sempre à mão para consulta, mas elas nem sempre possuem todas as informações necessárias. Por isso, você pode lançar mão de softwares que analisam os componentes da máquina e informam o que você precisa saber. O Baixaki tem vários programas disponíveis para essa tarefa. Um deles é o CPU-Z, uma ferramenta simples e rápida, que mostra as principais informações dos componentes básicos do computador.
Ferramentas de diagnóstico ajudam a identificar seu hardware.
Anote as informações que o programa lhe der e guarde-as em um local seguro. Depois que a assistência devolver sua máquina, execute o CPU-Z novamente e confira se tudo está idêntico. Outros programas da categoria de diagnóstico de hardware podem dar informações mais detalhadas, caso você queira ser mais específico.
Identifique suas peças com sinais discretos. Alguns técnicos enganadores podem devolver outro equipamento dizendo que é do cliente e afirmando que há um defeito sem possibilidade de conserto. Se você fizer uma marca que identifique seu hardware de alguma forma, é menos provável que você seja enganado por assistências que querem ganhar algum dinheiro às suas custas. Se for possível, anote os números de série dos itens de hardware. Eles são únicos e se voltarem diferente, é porque alguém está tentando enganar o cliente. Reclame!
O mercado de informática é gigantesco, assim como a oferta de assistências técnicas e lojas. Para não ter problemas, procure lojas conhecidas e de renome. Quanto mais clientes satisfeitos, maior a possibilidade de que você também ficará. Se você não se sentiu seguro a respeito de alguma assistência, procure alguém que a conheça e peça indicações. Não é recomendável entrar no primeiro lugar que você encontrar e já deixar a máquina lá.
Nunca autorize qualquer reparo antes de ter em mãos um orçamento detalhado relatando o problema. Quando for buscar o orçamento, leve alguém que conheça do assunto para que ele interprete as informações e os nomes estranhos que estarão escritos no papel. Tenha sempre em mente que em se tratando de computadores, nem sempre um orçamento muito barato significa uma vantagem. Componentes de alta tecnologia merecem que você coloque a mão um pouco mais no fundo do bolso.
Faça backup dos seus dados.Raramente as assistências técnicas garantem os dados contidos no seu disco rígido. Na verdade, a maioria faz questão de deixar bem claro que não se responsabiliza —e não dá a mínima — pelos dados contidos no HD. Apesar de isso ser uma afronta aos direitos do consumidor, é assim que acontece. Portanto, senhas, favoritos, fotos comprometedoras, dados bancários ou qualquer tipo de informação que você não pode perder ou não quer vagando por aí deve ser excluída da máquina quando você for levá-la ao técnico. Utilize pendrives para dados pessoais e grave CDs e DVDs com os arquivos maiores, como fotos, músicas, etc.
Suspeite de técnicos que pedem manutenção de hardware quando você mandou o PC para uma limpa no HD. Não há razão para trocar um componente físico quando seu computador foi infectado por vírus, por exemplo. Vírus nada mais são do que programas com “más intenções”. O funcionamento deles geralmente provoca danos aos dados da máquina, não às peças dela.
Conservação
Dinheiro não dá em árvore, economize o seu.Quanto menos você tiver que levar o seu computador ao técnico, melhor para o seu bolso. Portanto, siga estas orientações de conservação para prolongar a vida da sua máquina por mais tempo quanto for possível.
Não mantenha seu equipamento em locais muito quentes. Componentes eletrônicos adoram o frio, pois temperaturas menores os ajudam a trabalhar melhor. Altas temperaturas causam problemas sérios de hardware e podem fazer com que o PC fique instável ou até pare de funcionar totalmente, necessitando de troca de peças defeituosas. Se o seu computador esquenta demais, você pode estar exigindo muito dele, estar usando em um local muito quente, ou os dois.
Ambientes empoeirados também são grandes vilões para qualquer equipamento eletrônicos, mas principalmente computadores. Os técnicos costumam encontrar tanta poeira dentro do gabinete, que há até a formação de pedras. Deixe seu computador em um ambiente ventilado e, de preferência, não deixe o gabinete no chão, pois é lá que a poeira está. O melhor lugar para ele é em cima da mesa, em uma posição onde não fique com nenhum de seus lados bloqueados, para que ele “respire” sem dificuldade.
Pedir ajuda para os amigos é uma boa idéia.Todos nós temos amigos que entendem muito de computadores. Em caso de problemas, não custa nada ligar para aquele crânio da informática e perguntar a opinião dele sobre o que está acontecendo. Esse tipo de amigo às vezes até conhece uma boa assistência técnica para indicar. Mas lembre-se o que comentamos no artigo “Dicas para ser um micreiro mais educado”: não há como seu amigo saber o que está acontecendo se você disser que “o negocinho estava funcionando e de repente parou tudo”. Seja mais específico ao reportar um problema para que ele seja resolvido mais rápido.
Se você já teve algum problema com o PC, tendo que mandá-lo para um técnico resolver, fique à vontade para compartilhar conosco e com a comunidade Baixaki. Assim, você nos ajuda a manter os usuários informados a respeito do assunto.

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